Quantos muitos tantos outros já discursaram sobre a saudade, esse
martírio que aflige ao mesmo tempo em que comprova sua elegante presença
quando habita em solo fértil.
Não tenha dúvidas que a saudade pode causar ansiedade, angústia e para
os mais fracos depressão, mas a saudade não passa de uma confirmação
de que ali onde ela está, há vida, existe um olhar e uma pergunta
eterna de afeto que ao ser respondida, encontra na solução um prazer
incalculável que só a união pode proporcionar. A saudade pode ser
solitária e mesmo assim fraterna, a saudade não mata, quem padece são
seus hospedeiros, a saudade se torna cruel, pois faz parte do
conglomerado amar, e quando muitos saem a cantar por ai, dizendo que
sofrimento é sinônimo de amor, alguma verdade nisso deve ter.
O interessante da saudade é que podemos interagir com ela, criar
expectativas, alimentar um sonho e uma vontade, mas lembre-se de dar
suporte para atender as expectativas criadas, sempre tecendo
oportunidades de fuzilar essa saudade danada, e você verá que como um
passe de mágica natural, as portas se abrem para a alegria da
felicidade atravessar o seu caminho e sem pedir licença se acomodar no
seu viver, enquanto a saudade, coitada, fica ali no canto, ferida e
esquecida, mas nunca morta. Para aqueles que acham que um dia poderão
matar a saudosa saudade, saiba que ela é eterna ou pelo menos tem
muita força e resistência para continuar presente, ainda mais quando é
alimentada pela ansiedade, quanto mais vontade de expulsá-la, mais
forte ela fica, até o momento de conseguirmos nocautear novamente esse
órgão da alma.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A saudade é imortal, não insista em querer matá-la.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Dia mundial sem carro.
O Brasil é fogo mesmo, tá longe da educação e a ética ser prioridade. O engraçado é que de 165 vias observadas no site Maplink, agora às 12:30h, 15 estão com problemas de congestionamento. Parece que muitos não dão a mínima a causa do meio ambiente, é apenas 1 dia sem carro, não vai fazer tão mal assim.
Precisamos conversar mais sobre ética no nosso dia-a-dia, assim acrescentaremos esse hábito em nossa cultura.
2 motivos para ser auto-confiante.
Não por mim, ou o briefing da nike deve ser o melhor do mundo ou a agência é muito muito, mas muito f***.
Nike: Sanders - Conversation From The Inside
Agency: Wieden+Kennedy
Agency Producer: Cat Reynolds
Creative Director: Mark Bernath; Betsy Decker; Eric QuennoyCreative: Betsy Decker; Anders Stake; Craig Williams
Director: Nieto
Production: ParanoidUS
Producer: Anne Lifshitz
Director of Photography: Antoine Galais Billaud
Brand: Nike
Post Production: Digital District
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Enquanto isso em Toronto
Advertiser: Pfizer
Agency: Zig Toronto
Creative Director: Martin Beauvais
Art Director: Niall Kelly
Copywriter: Goeff Morgan
Agency Producer: Dave Medlock
Executive Producer: James Davis
Producer: Kelly King
DoP: John Houtman
Director: John Mastromonaco
Production Company: Untitled Films, Toronto
Country: Canada
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Madrinha um pouco adiantada
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Proteção garantida ou seu dinheiro de volta.
Client: Levi's
Title: Knockout
Agency: Cutwater, San Francisco
Production Company: HSI Productions, Los Angeles
Director: Michael Haussman
Era isso o que vocês queriam mulheres???
Insanidade assumida.
Aqui é lugar permitido para assumir a insanidade à vontade. Onde já se viu querer surfar na Amazônia e não assumir que é doido. Parece loucura e é.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Visita virtual a Amazônia
Uma entrevista no Jô Soares, ontem 09/09/2008 me chamou atenção sobre o assunto da nossa querida Amazônia.
Álvaro Pereira Jr. e Eduardo Acquarone, abordam o tema através de um site muito interessante que mostra mapa com imagens diárias sobre o desmatamento e queimadas na nossa natureza.
Pegando fogo e sendo desmatada em 10/09/2008 às 15:00h
Lógico que a Globo com esse projeto, busca a imagem de empresa sustentável e responsável, ao contrário do que o Jô diz na entrevista: "projeto sem fins comerciais", mesmo assim não deixa de ser uma boa iniciativa para tentar mudar este quadro.
O site: http://www.globoamazonia.com/
Leia-me
terça-feira, 9 de setembro de 2008
O dia da embreagem
Pois bem, estava eu, voltando de São Roque para a Capital Paulista, num domingo qualquer, quando comecei a sentir a tal embreagem um pouco temperamental, o pedal muito duro dificultava a entrada da marcha, e com desespero, eu forçava até conseguir engatar, tudo isso começou no início da viagem, ou seja, sofrimento ao longo dos próximos 60 quilômetros.
Fazendo careta, consegui chegar até a quarta marcha, e decidi seguir assim até onde dava para não forçar o disco, coitado, que já estava falecendo.
Dirigir é um ato tão mecânico que depois de uma porção de minutos esqueci que a bonita da embreagem tava com frescura, e lá fui eu mexer com quem tava quieta, para engatar a 5ª. Não teve jeito, o sufoco voltou, e foi mais um Deus nos acuda pra engatar a marcha, mas acabou entrando.
Segui a Raposo Tavares inteira nessa situação, rezando em vão para que não tivesse muito trânsito na entrada de São Paulo, chegando no Butantã, não deu outra, aquele mar de luzes vermelhas acesas na minha frente quase me fez entrar em desespero de novo. Pensei: Caramba! Por que vocês não estão nas suas casas assistindo Fantástico!?
A dona embreagem continuava cada vez mais dura, e prevendo a situação, já me sentia notícia das rádios que comunicam sobre o trânsito: "Carro quebrado ajuda a aumentar congestionamento da Capital". Nunca me concentrei tanto para dirigir como nesse dia, levei algumas buzinadas na orelha diante dos faróis, que a cada sinal verde, me via numa epopéia para colocar a 1ª, consegui chegar em casa antes do carro quebrar definitivamente, o bom foi que tenho a certeza de que fiz muita gente rir naquele trânsito estressante com as minhas caretas tentando engatar as marchas.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Eu sei fazer café, só nunca fiz.
A realidade é essa, não me condenem por isso, eu sei sim fazer café, e a moda antiga vejam lá, não preciso das maquinas contemporâneas, vulgo, cafeteiras elétricas, e que diacho esse termo "elétricas" na frente só pra fazer pose, hãm, se são eletrodomésticos é claro que são elétricos. Seriamos mais ligeiros sem esses costumes redundantes? Bom, filosofia a parte. Sei sim passar aquele cafezinho quente, no ponto e que ajuda a ficar mais esperto, é muito simples, e mesmo sem nunca na vida ter preparado o pretinho, posso ensinar aqui, como se faz, essa especialidade que até já foi pecaminado por um papa das antigas, mas viagens a parte, não querendo desmerecer os outros lugares do planeta que também degustam o velho e bom cafezinho, seja ele mascado ou comido, de uma coisa eu tenho certeza, o café das nossas mestiças são mais gostosos que os das outras. Aha, lembra dessa?
Bom, é muito simples:
Com o seu coador de café, que pode ser de plástico ou pano, você coloca qualquer filtro, da marca de sua preferência, disponível no mercado, ferva água, aproximadamente 3 xícaras de chá e adicione 3 colheres de sopa cheias de café em pó no coador, adicione água fervente até a borda do coador, que está escorado num bule evidentemente.
Pois bem, agora senhor leitor, após ter coado o café e a água secado, adicione o restante da água fervente até terminar.
Adoçando o café
Essa etapa é uma coisa de feeling, me entende? A pessoa que está preparando o café deve conhecer dos gostos de quem vai apreciá-lo, tem gente que gosta de café melado, muito doce, outras com adoçante e há quem goste de completamente amargo, mas para você nunca errar, adicione a partir de 2 colheres, daquelas de sopa, bem cheias de açúcar e experimente a seu gosto.
