segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dia mundial sem carro.

Criado em 1996 pelos franceses em protesto à poluição ambiental. De lá para cá, muitas cidades do mundo entraram na dança. Hoje será o meu dia.

O Brasil é fogo mesmo, tá longe da educação e a ética ser prioridade. O engraçado é que de 165 vias observadas no site Maplink, agora às 12:30h, 15 estão com problemas de congestionamento. Parece que muitos não dão a mínima a causa do meio ambiente, é apenas 1 dia sem carro, não vai fazer tão mal assim.
Precisamos conversar mais sobre ética no nosso dia-a-dia, assim acrescentaremos esse hábito em nossa cultura.

2 motivos para ser auto-confiante.

Não por mim, ou o briefing da nike deve ser o melhor do mundo ou a agência é muito muito, mas muito f***.


Nike: Sanders - Conversation From The Inside
Agency: Wieden+Kennedy
Agency Producer: Cat Reynolds
Creative Director: Mark Bernath; Betsy Decker; Eric QuennoyCreative: Betsy Decker; Anders Stake; Craig Williams
Director: Nieto
Production: ParanoidUS
Producer: Anne Lifshitz
Director of Photography: Antoine Galais Billaud
Brand: Nike
Post Production: Digital District



quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Enquanto isso em Toronto

Parece errado, mas se transforma em mais que correto.




Advertiser: Pfizer
Agency: Zig Toronto
Creative Director: Martin Beauvais
Art Director: Niall Kelly
Copywriter: Goeff Morgan
Agency Producer: Dave Medlock
Executive Producer: James Davis
Producer: Kelly King
DoP: John Houtman
Director: John Mastromonaco
Production Company: Untitled Films, Toronto
Country: Canada

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Madrinha um pouco adiantada

E lá estava ela bem preparada, com a maquiagem ok, os cabelos mais que ok, depois de horas no salão, e vestido impecável. Era a primeira vez que seria madrinha de um casamento, nada poderia dar errado, checou a aparência no espelho mais duas ou três vezes antes de sair de casa. Pediu para o pai levá-la até a igreja que ficava numa cidade não muito distante da sua. A ansiedade lhe tomava conta a cada quilometro rodado. Ao chegar no santo lugar, o pai rapidamente a deixou e logo, depois de combinar um horário para buscá-la, voltou para casa. O casório estava lindo, a decoração de primeira, não imaginava que seria tão sofisticado assim, a cada passo que dava, procurava pelos amigos para cumprimentá-los, mas não encontrava ninguém conhecido, era muita gente, talvez não tivessem chegado ainda. Procurou o seu lugar de madrinha junto ao altar, percebeu que o noivo já estava presente, começou a sentir uma estranheza, se aproximou do noivo, quando percebeu que não era o futuro marido de sua amiga, perguntou: quem é você? E como era de se esperar ele respondeu: Eu sou o noivo e você? Ela convicta respondeu que era a madrinha da noiva, ele retrucou dizendo que não lembrava de tê-la conhecido. Ela sem entender, disse que era amiga da Gabriela há muitos anos. Mas minha noiva se chama Helena – ele disse, será que não está no lugar errado? Não era possível, ela estava certa que era ali. Saiu desolada e perguntou a um taxista o nome da igreja. Ele confirmou. Tinha esquecido o convite no carro do pai, não hesitou em ligar para reconfirmar o nome da igreja e seu endereço. E realmente estava correta, quando de repente ao ler o convite por inteiro, ele informou a filha com seu espírito esportivo: Meu bem, você está 24 horas adiantada, quer que o pai leve um cobertor? Ela furiosa pediu para ele voltar para buscá-la imediatamente. Quando caiu em si, só se preocupava com o cabelo e a maquiagem que teriam quer ser refeitos.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Proteção garantida ou seu dinheiro de volta.

Como tudo que é notável, esse filme da Levi's mostrou que sabe ficar por cima e merece destaque.

Client: Levi's
Title: Knockout
Agency: Cutwater, San Francisco
Production Company: HSI Productions, Los Angeles
Director: Michael Haussman



Era isso o que vocês queriam mulheres???

Insanidade assumida.

Só uma declaração:

Aqui é lugar permitido para assumir a insanidade à vontade. Onde já se viu querer surfar na Amazônia e não assumir que é doido. Parece loucura e é.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Visita virtual a Amazônia

E vamos visitar a Amazônia, como prometi.

Uma entrevista no Jô Soares, ontem 09/09/2008 me chamou atenção sobre o assunto da nossa querida Amazônia.
Álvaro Pereira Jr. e Eduardo Acquarone, abordam o tema através de um site muito interessante que mostra mapa com imagens diárias sobre o desmatamento e queimadas na nossa natureza.

Pegando fogo e sendo desmatada em 10/09/2008 às 15:00h

















Lógico que a Globo com esse projeto, busca a imagem de empresa sustentável e responsável, ao contrário do que o Jô diz na entrevista: "projeto sem fins comerciais", mesmo assim não deixa de ser uma boa iniciativa para tentar mudar este quadro.

O site: http://www.globoamazonia.com/

Leia-me

Não precisa ser surfista e nem estar na Amazônia pra testar a pororoca brasileira, podemos encontrar variações de grandes ondas em qualquer lugar. E pra entrar nelas, basta ter vontade, força e pré-disposição para levar caldos, e se for derrubado, não desistir e ir atrás do objetivo final: ficar a maior parte do tempo em pé. Pode-se dizer que este blog é mais sobre o fator onda, que pode atingir proporções mais filosóficas do que a Amazônia propriamente dita. O Surfista da Amazônia, não é aquele cara praiano que busca intensamente as maiores ondas para sentir aquela adrenalina, e sim aquele que enxerga uma queda d'água, um tubo, um declínio, uma idéia em movimento em qualquer passagem do dia, em qualquer movimento urbano (ou rural porque não?) e também pessoal. Pra ele, objetivar estar por cima da gigantesca pororoca, é motivação para estar no topo e vencer obstáculos, mesmo quando tudo te puxa pra baixo, sempre chegará a hora de estar por cima. E essa é a hora de aproveitar, seja qual for essa onda e seu tamanho. Mas mesmo com toda essa conversa de onda, não esqueço o sobrenome deste blog, que além da referência da pororoca, carrega um grande carma de pulmão do planeta, é sempre bom lembrar que quando estiver por cima, seja qual for a onda, respeito é fundamental, e por isso que, em respeito a este respeito, sempre que tiver uma oportunidade, não hesitarei em visitar a Amazônia.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O dia da embreagem

Mecânica é triste, a engenhoca quando está nos trinques facilita nossas vidas, mas quando não funciona, ai sim dá vontade de chorar.
Pois bem, estava eu, voltando de São Roque para a Capital Paulista, num domingo qualquer, quando comecei a sentir a tal embreagem um pouco temperamental, o pedal muito duro dificultava a entrada da marcha, e com desespero, eu forçava até conseguir engatar, tudo isso começou no início da viagem, ou seja, sofrimento ao longo dos próximos 60 quilômetros.
Fazendo careta, consegui chegar até a quarta marcha, e decidi seguir assim até onde dava para não forçar o disco, coitado, que já estava falecendo.
Dirigir é um ato tão mecânico que depois de uma porção de minutos esqueci que a bonita da embreagem tava com frescura, e lá fui eu mexer com quem tava quieta, para engatar a 5ª. Não teve jeito, o sufoco voltou, e foi mais um Deus nos acuda pra engatar a marcha, mas acabou entrando.
Segui a Raposo Tavares inteira nessa situação, rezando em vão para que não tivesse muito trânsito na entrada de São Paulo, chegando no Butantã, não deu outra, aquele mar de luzes vermelhas acesas na minha frente quase me fez entrar em desespero de novo. Pensei: Caramba! Por que vocês não estão nas suas casas assistindo Fantástico!?
A dona embreagem continuava cada vez mais dura, e prevendo a situação, já me sentia notícia das rádios que comunicam sobre o trânsito: "Carro quebrado ajuda a aumentar congestionamento da Capital". Nunca me concentrei tanto para dirigir como nesse dia, levei algumas buzinadas na orelha diante dos faróis, que a cada sinal verde, me via numa epopéia para colocar a 1ª, consegui chegar em casa antes do carro quebrar definitivamente, o bom foi que tenho a certeza de que fiz muita gente rir naquele trânsito estressante com as minhas caretas tentando engatar as marchas.